sexta-feira, 15 de junho de 2012
Solenidade Sagrado Coração de Jesus
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Festa de Santo António
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Trilho de Maria
"Vem Caminhar até Maria!"
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
As Cinco Chagas do Senhor

Avelãs de Caminho, 7 de Fevereiro de 2012
As Cinco Chagas do Senhor – Festa em Portugal
Irmãos do GJMAC, afilhados do GMG, amigos do GMTT e GMC, Irmãs de São José de Cluny e amigos,
Vivemos hoje a Festa das Cinco Chagas do Senhor. O culto desta Festa remonta ao início da nacionalidade de Portugal. Tamanha importância sempre foi dada às Cinco Chagas do Senhor, que a própria bandeira nacional ainda hoje as sustenta. Assim esta devoção valeu uma festa particular para Portugal a partir de Bento XIV que se celebra a 7 de Fevereiro de cada ano.
Esta Festa muitas vezes diluída, nas demais festas litúrgicas tem, para mim, um especial significado. O facto deve-se ao acto que representam as chagas. As quatro primeiras da crucificação lembram a entrega que Jesus fez por cada um de nós. E por fim, mas não menos importante, o coração trespassado, entrega e sinal de Amor pela humanidade. E nós o que fazemos quando um simples espeto nos toca? Reclamamos e ficamos irrequietos. E nós missionários quando temos percalços de missão, porque tanto resmungamos quando Jesus foi trespassado nos pés e nas mãos e por fim no peito sem nada nos pedir em troca e para nos salvar?
Deixo-vos, para reflexão, um excerto do hino das vésperas de hoje:
Cinco Chagas, cinco fontes
Com água de vida eterna,
Onde as almas sequiosas
Podem matar a sede!
Depois de ressuscitar,
Guardou Cristo estes sinais
Do combate Glorioso
Em que venceu o inimigo;
Para que as chagas visíveis
Mostrasses às gerações
A ferida invisível
Do amor mais forte que a morte;
Vivamos esta Festa, das marcas da Salvação da Humanidade, com a alegria missionária que sempre nos acompanha, que sempre a devemos trazer em cada dia.
Deste vosso Amigo,
Micael Vidal
(Coordenador do GJMAC)
sábado, 24 de dezembro de 2011
Mensagem Solenidade do Nascimento do Senhor
Lucas 2:7
Irmãos do GJMAC, Amigos do GJMAC, Conhecidos do GJMAC;
Na certeza que Jesus Menino nascerá em cada um de Nós,
Um Natal com Jesus Menino, sãos os votos do coordenador do GJMAC,
Micael Vidal
sábado, 17 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
A Caminho de Belém... com Alegria!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Solenidade da Imaculada Conceição
Estreito de Câmara de Lobos, Madeira
8 de Dezembro de 2011 - Solenidade da Imaculada Conceição
Irmão, Amigos e Conhecidos do GJMAC,
Hoje Celebramos uma Solenidade especial, a Solenidade da Imaculada Conceição. Não sabemos muito sobre Maria, mas também o que sabemos só por si já é grandioso.
Maria disse o seu sim quando o mensageiro de Deus se dirigiu dizendo: -“Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo”. Claro que Maria temeu o que lhe era dirigido, mas de certa maneira foi uma atitude natural. E nós o que fazemos quando algo que desconhecemos nos é dirigido?
Mas Maria percebendo que é uma grande obra que está prestes a ser realizada diz: -“Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.” E nós, quem de nós é capaz de ouvir sem nada reclamar, sem nada pedir em troca?
Maria em vez de reclamar ou pedir o que fosse em troca proclamou um hino de louvor:
“A minha alma glorifica o Senhor
e o meu espirito se alegra em Deus, meu salvador.
Porque pôs os olhos na humildade da sua serva:
de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações.
O todo poderoso fez em mim maravilhas:
Santo é o seu nome.
A sua misericórdia se estende de geração em geração
sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço
E dispersou os soberbos.
Derrubou os poderosos de seus tronos
e exaltou os humildes.
Aos famintos encheu-os de bens
E aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu a Israel, seu servo,
Lembrado da sua misericórdia.
Como tinha prometido a nossos pais,
A Abraão e a sua descendência para sempre.”
Maria é uma figura bíblica grandiosa mas que pouco é referida, é uma mãe que não anda pelo mundo nem pelas ruas, é uma mãe que está em casa, que está no seio e no centro da sua família. E isto que é pedido a cada mãe, que siga o exemplo de Maria. Este é o facto que leva a que no século passado o dia da mãe fosse a 8 de Dezembro e não no primeiro fim-de-semana de Maio. Mudam-se os tempos, mas não se deviam mudar as mães. Demos graças a Deus pela mãe que nos deu, uma mãe para velar por nós.
Reparemos que esta Senhora que discretamente está nos evangelhos, recebeu a coroa de Portugal. El-rei D. Joao IV assim desejou fazer, deixou de usar a coroa de Monarca e ofereceu-a a Maria para assim ser a Rainha e padroeira de Portugal. Por este facto, Portugal e Espanha, no dia de hoje, estão autorizados a utilizar paramento Azul claro, por serem devotos a Maria antes de assim decretar sua Santidade. Fiquemos, nós jovens, com este fervor de Maria, que discretamente assume um papel fundamental na vida de Jesus, que Maria seja uma ponte para chegarmos a seu filho Jesus Cristo nosso Salvador.
Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo, seja Louvada sua mãe Maria Santíssima.
Este vosso amigo,
Micael Vidal
(Coordenador do GJMAC)
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A Caminho de Belém...

sábado, 19 de novembro de 2011
Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo

20 de Novembro de 2011,
Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo
“Todas as nações se reunirão na sua presença e Ele separará uns dos outros” (Mt 25, 32)
Irmãos, amigos e conhecidos do GJMAC,
Celebramos neste último Domingo do ano litúrgico A, a Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo. Teremos nós já reflectido no mistério do fim dos tempos? Sei que somos jovens e não damos muito do nosso tempo a pensar nestas questões. Estaremos nós a ser correctos em desviar o nosso pensamento desta questão? Creio que não estamos a ser coerentes, afinal não podemos salvar uma sopa do sal, se ela já estiver salgada, então como vamos acolher o mais pequeno dos irmãos de Cristo, se não pensamos nesta questão? Se formos como a sopa salgada, chegaremos à hora de prestar contas ao Pai do Céu e também já não podemos fazer nada. É para isto que vos exorto, estai atentos ao mais pequeno dos vossos irmãos, e o mais pequeno pode ser também em estatura, mas também que seja o mais humilde e desprezado, aquele a quem todos desprezam e deixam de lado. Antes de atirarmos uma pedra dizendo que é mau, tentemos perceber o lado desse mau e talvez peguemos na pedra, mas para construir uma protecção.
Somos jovens, estamos muito preocupados em fazer o trabalho que as nossas mãos e corpo podem ainda fazer, mas não desprezemos a mensagem desta solenidade e sejamos como Ana Maria Javouhey, com os pé na terra, mas com o pensamento no Céu. Que o nosso trabalho seja conduzido não para comprar o céu, mas para merecer o céu. Recordo a liturgia de um domingo passado que nos falava nos talentos, tenhamos presente que seremos bons servos se metermos os nossos talentos a render em prol dos outros, e se não os metermos a reder sejamos desprezados pois podemos e não queremos, enquanto muitos querem e não podem. Mas que esses talentos rendam de verdade, ou seja, que ninguém tenha a tentação de usar esses talentos para o mal, pois para isso fiquem quietos que já temos no mundo muita gente a fazer essa tarefa.
Sejamos embaixadores de Cisto no mundo, Cristãos firmes, não de cruz solene ao pescoço ou terço nas mãos, mas com Cristo no coração e nas acções. Um cristão deve demarcar-se pelo mandato “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei” e não pelas excepções que sempre criam. Que nenhum de nós tenha a tentação de deixar de ser embaixador de Cristo no mundo. Cristo precisa de nós, não para criar guerras, mas para criar a concórdia. Vivamos assim, neste espirito de estar ao serviço dos outros, tenham uma vontade forte pois já a madre Ana Maria dizia “Com uma vontade forte fazem-se grandes coisas”.
Jovens, jovens como eu, não tenham medo de viver cristo na família, na escola, no trabalho, no lazer, no compromisso, no dia e na noite, no namoro… tenham a coragem de assumirem que são cristãos convictos que não têm medo do que acontecer por afirmarem serem convictos da mensagem de Jesus Cristo.
Este vosso amigo,
Micael Vidal
Coordenador do GJMAC
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Festas do Nascimento e Baptismo de Ana Maria Javouhey

domingo, 6 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos

Depois de ter cantado a glória e a felicidade dos Santos que «gozam em Deus a serenidade da vida imortal», a Liturgia, desde o início do século XI, consagra este dia à memória dos fiéis defuntos. É uma continuação lógica da festa de Todos os Santos. Se nos limitássemos a lembrar os nossos irmãos Santos, a Comunhão de todos os crentes em Cristo não seria perfeita. Quer os fiéis que vivem na glória, quer os que vivem na purificação, preparando-se para a visão de Deus, são todos membros de Cristo pelo Baptismo. Continuam todos unidos a nós. A Igreja peregrina não podia, por isso, ao celebrar a Igreja da glória, esquecer a Igreja que se purifica no Purgatório. É certo que a Igreja, todos os dias, na Missa, ao tornar sacramentalmente presente o Mistério Pascal, lembra «aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem agora o sono da paz» (Prece Eucarística 1). Mas, neste dia, essa recordação é mais profunda e viva. O Dia de Fiéis Defuntos não é dia de luto e tristeza. É dia de mais íntima comunhão com aqueles que «não perdemos, porque simplesmente os mandámos à frente» (S. Cipriano). É dia de esperança, porque sabemos que os nossos irmãos ressurgirão em Cristo para uma vida nova. É, sobretudo, dia de oração, que se revestirá da maior eficácia, se a unirmos ao Sacrifício de reconciliação, a Missa. No Sacrifício da Missa, com efeito, o Sangue de Cristo lavará as culpas e alcançará a misericórdia de Deus para os nossos irmãos que adormeceram na paz com Ele, de modo que, acabada a Sua purificação, sejam admitidos no Seu Reino. (www.liturgia.pt) |
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Solenidade de Todos os Santos

sábado, 29 de outubro de 2011
Memória de Chiara Luce Badano

quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Espírito de Assis

"Naquela manhã do dia 27 de Outubro de 1986, quando o Santo Padre João Paulo II dava as boas-vindas aos representantes de todas as famílias religiosas reunidos na Porciúncula (Basílica de Santa Maria dos Anjos), surgiu no céu de Assis um esplêndido e auspicioso Arco-Íris, no qual todos viram um sinal de esperança e de paz. Pela primeira vez na história e a convite de um papa, os representantes das diversas igrejas, comunidades cristãs e grandes religiões do mundo se reuniram num mesmo lugar par rezarem e jejuarem pela paz. Celebramos neste mês 25 anos desse acontecimento profético de Assis que se transformou num ícon de paz e de esperança para a humanidade.
O mundo vivia então tempos atribulados. Em várias partes do mundo, surgiam focos de guerra. O muro de Berlim teimando em dividir a humanidade em “blocos” contrapostos e em manter um clima de “guerra fria”. Neste contexto, a ONU proclamou 1986 ano internacional da paz. João Paulo II, sempre atento aos sinais dos tempos, aproveitou a ocasião para, aquando da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (25 Janeiro), tornar pública a iniciativa de uma Jornada de oração pela paz em Assis."
Frei Isidro Lamelas, OFM
(imagem: João Paulo II e restantes líderes religiosos,
Assis, 27 de Outubro de 1986)
sábado, 22 de outubro de 2011
Transmissão da Vigília Missionária 2011
Mensagem para o Dia Mundial das Missões 2011
Avelãs de Caminho, 18 de Outubro de 2011
Festa de São Lucas Evangelista
Irmãos e amigos do GJMAC,
Celebramos este mês dedicado às Missões. É um mês maior para todos os missionários mas que não se torne este mês um acto isolado “o próprio Dia Mundial Missionário não constitui um momento isolado no curso do ano, mas é uma ocasião preciosa para nos determos e meditarmos se e como respondemos à vocação missionária; uma resposta essencial para a vida da Igreja.” (Mensagem do PP Bento XVI – Dia Mundial das Missões 2011)
Assim, sejamos conscientes do serviço que nos é pedido, “através da participação co-responsável na missão da Igreja, o cristão torna-se construtor da comunhão, da paz, da solidariedade que Cristo nos concedeu, e colabora para a realização do plano salvífico de Deus para toda a humanidade. Os desafios que isso implica chamam os cristãos a caminhar juntamente com os outros, e a missão faz parte integrante deste caminhar com todos.”
Estar em missão é extremamente importante pois “a missão renova a Igreja, revigora a sua fé e identidade, dá-lhe novo entusiasmo e novas motivações. É dando a fé que ela se fortalece! A nova evangelização dos povos cristãos também encontrará inspiração e apoio no empenho pela missão universal» (João Paulo II, Enc. Redemptoris Missio, 2).
A Missão é uma inquietude interior, “não podemos permanecer tranquilos ao vermos que, depois de dois mil anos, ainda existem povos que não conhecem Cristo e ainda não ouviram a sua Mensagem de salvação.
Além disso, está a aumentar o número daqueles que, embora tenham recebido o anúncio do Evangelho, já o esqueceram e abandonaram, já não se reconhecem na Igreja; e muitos ambientes, também em sociedades tradicionalmente cristãs, são hoje refractários a abrir-se à palavra da fé. Está em curso uma mudança cultural, alimentada também pela globalização, por movimentos de pensamento e pelo relativismo imperante, uma mudança que leva a uma mentalidade e a um estilo de vida que prescindem da Mensagem evangélica, como se Deus não existisse, e que exaltam a busca do bem-estar, do lucro fácil, da carreira e do sucesso como finalidade da vida, mesmo em detrimento dos valores morais.” (Mensagem do PP Bento XVI – Dia Mundial das Missões 2011).
Irmãos e amigos, “pensemos na honra que Deus nos concede chamando-nos a torná-Lo conhecido , amado e servido em terras que tanto precisam.” (Ana Maria Javouhey carta 716). Nunca esqueçam que as “terras que tanto precisam” começam por aquela em que vivemos, aquelas onde passamos, a missão hoje faz-se diariamente em todo o lado, quer na igreja quer fora dela, quer no hospital quer na feira, quer na sala de aula quer na praxe, quer aos irmãos mais novos quer aos pais e avós… Jesus Cristo precisa de nós todos os dias para espalhar a Boa-Nova do Reino de Deus.
Saudações Missionárias,
Micael Vidal, Coordenador do GJMAC
Paróquia de Santo António – Diocese de Santa Joana Princesa
Mensagem para a Actividade "Caminhar na Alegria, apoiados no bastão da Fé"
Avelãs de Caminho – 2011
18 de Outubro – Festa de São Lucas Evangelista
Irmãos do GJMAC, afilhados do GMG, Irmãs de SJC, GMTT, e amigos do GJMAC;
Já muitas vezes realizei esse caminho de Torres Novas até Fátima. Cada uma das vezes que realizei esse caminho foi uma experiência única que vivi. Peregrinar é mais do que fazer Km desmedidamente. Peregrinar não é mais que realizar um caminho com sentido, aquele caminho que todos os dias devemos realizar com o objectivo de chegar à nossa meta - Cristo.
Infelizmente o GJMAC não pode estar presente nesta peregrinação. Como sabem dia 23 de Outubro é o dia Mundial das Missões, assim o GJMAC desde 2008 que realiza sempre uma vigília de oração pelas missões na Igreja Matriz de Avelãs de Caminho na véspera do Dia Mundial das Missões, somos um grupo paroquial e não perdemos a oportunidade de juntar toda a comunidade em oração pelas missões. Certamente, pela oração, estaremos na mesma unidade da igreja.
Desejo de boa actividade, certo de que estamos juntos pela oração, este amigo,
Micael Vidal
(coordenador do GJMAC)